domingo, 31 de março de 2019

Sem rumo...


Às vezes, nos sentimos sem perspectiva nenhuma…..um branco na mente....
No começo nas cidades, q eu saiba, as pessoas apenas moravam, n pagavam impostos municipais, nem outras formas, podiam ficar sem luz ou com luz de lamparina, de lampião...podiam buscar água do chafariz , fazer uns biscates, plantar um quintal...enfim conseguir comida…cozinhar no fogo de lenha.
Enquanto n viesse uma doença grave, uma pessoa viveria nestas pobres condições. Seria , talvez, uma sobrevivência, mas, poderia ser também uma forma de vida, devido a liberdade de andar pela cidade e seus arredores.
Na cidade grande, atualmente, tem o raio do IPTU e do condomínio, além de n ter chafariz , biscates existem, mas, n daria o suficiente para se pagar o IPTU e o condomínio e o mínimo de uma conta de luz ou de querosene , vela o q fosse , além do gáz….
Enfim um governo popular deveria isentar as pessoas desempregadas do pagamento de condomínio e de IPTU, bem como aqueles (as) cuja a aposentadoria n desce para cobrir estes despesas…
aí enquanto as pessoas n arranjasse algum biscate , teriam tempo para pensar , ler, criar alguma coisa….
O quadro da crise me leva a pensar assim, de uma maneira simplória, num primeiro momento, mas, depois pode-se elaborar melhor estas ideias.... N sei como é em Cuba, mas, creio q mesmo com pouca remuneração e as vezes quase nenhuma, o estado proporciona meios de sobrevivência, no mínimo, e outras vezes proporciona condições até das pessoas viverem de forma razoavelmente bem. Na China dizem q o cara trabalha 12 horas / dia, mas, sobrevive e alguns já tem até um celto nível de conforto. Na Europa e nos EUA acho q os desempregados se ferram, tirando alguns países nórdicos.  Aqui n tem nada proposto ... o q fazer?
Além da ação política os militantes sociais, os partidos de esquerda, deveriam estar ajudando a pensar e por em prática articulações de sobrevivência e de vida. Veja o MST, por exemplo, tem isto, ao mesmo tempo q estão fazem movimento social e político, estão produzindo, vendendo produtos de alta qualidade...já os sem teto n tem nenhuma articulação deste tipo e os sem emprego num tem nem uma associação, quanto mais articulações deste tipo.
Entonces, pelo menos se escrever sobre….
Quem sabe chegaremos a discussão e uma ação, a pilotos….repensar o hippismo...alguém pode dizer q estas ideias tem a ver com o socialismo utópico…
Mas, o q vejo por aí , nos sites de esquerda é q haverá mui fome… q só com a derrubada do governo atual e a colocação em seu lugar de um governo progressista e q haverá solução para o empobrecimento geral...mesmo concordamos em parte com isto, pois uma solução definitiva,  no nosso entender só acontecerá, quando os governos dos países centrais,  metropoles se tornarem Comunista, entendemos, q da mesma forma q o MST conseguiu desenvolver uma grande articulação de sobrevivência, outros grupos, associações de pessoas com interesse comum também poderão ter a sua articulação vitoriosa.
Outra coisa é q o governo americano enquanto não deixar de ser imperialista vai lutar contra todos os governos socialista e contra todos os governos democráticos progressista, várias vezes conseguindo derruba-los, assim sendo, enquanto o Carnaval n chega, temos de pensar em articulações de sobrevivência…..
Por favor, deem pitacos, critiquem, propoam .......

sábado, 16 de março de 2019

Buscando e Encontrando Caminho!



Fotos do Instagram de Lu de Franco, de rescende visita dele aos Candombes no
bairro Concórdia, BH.



 Na foto acima, Lu de Franco, advogado, apreciador e entendido da cultura Afro-brasileira, participante de vários blocos Carnavalescos belo-horizontinos, gourmet, enfim um cidadão cultural, além de um grande bom caráter .
 
Eu pensei que era outra coisa, mas é a mesma. É desigual mas n importa, segue-se e catuca dali e daqui e vamos tentando fazer alguma coisa. E quando conseguimos, ótimo, naturalmente, estamos falando de coisas boas. Mas, o negócio é conseguir o suficiente, conseguir produzir a vida e mais um pouco, q dê para o champanhe, o q é mui bom!
Tudo se dá em sociedade, já dizia um celto colunista social, isto mesmo, no tempo q ainda existia society [lugar dos (as) hoje chamados (as) socialites], estes colunistas eram mui puxa sacos dos q se diziam ricos, mas, o cara, disse uma verdade. Bem entendido, o que ele (colunista) entendia como sociedade era um grupinho da sua província, q ele via como elite e q teria até destaque internacional, no entanto, ontem como hoje, estas pessoas, n passavam de colonizadas. A sociedade a qual queremos nos referir é a sociedade civil, que é ampla, inclui o rebanho ovino suprarreferido, assim como os carneiros de chifre, que o comandam, inclui outros grupos e elementos da fauna humana, enfim inclui todas as classes sociais de todo o país.
O colunista social, já falado, acertou em cheio, no “tudo se dá em sociedade”, porque em sociedade se pode ouvir e falar, intervir e isto repercute, ou seja, você fala com a sociedade, mas, celtamente, num é chegando na esquina e gritando alô (!) alô (!) sociedade (!) eu quero dizer isto assim assado para você, poderia até ser….mas, cremos q o falante n seria ouvido...mas, algumas vezes, somos ouvidos nos microcosmos sociais e isto se propaga por toda sociedade. Tb ouvimos e aprendemos coisas, q também se propagarão.
Esta propagação por toda sociedade se dá através da chamada capilaridade, ou seja, passa pelas ligações, conexões existente entre os grupos sociais: grupos de uma mesma igreja, turmas de boteco, de colegas de serviço, q se encontram fora do horário de serviço, grupos artísticos, pessoas que praticam esporte juntas, times, grupos de dança, grupos folclóricos.
A comunicação de massa, gritada em alto-falante, em outdoor, no rádio, na TV, em jornal de grande circulação, levam uma msg para as pessoas, mas, no nosso entender, na marra, entonces, é uma espécie de efeito hipnótico , msg de teatro grego, como descargas de emoção, chegando-se a catarse, pelo menos um celta comunicação sensacionalista é assim. Enquanto a comunicação em grupos menores, tende a ser brechtiana, uma comunicação tipo a que acontece no teatro no estilo de Bertolt Brechti, seria uma comunicação q levaria as pessoas a pensar sobre o assunto, chegando-se mesmo a tomar consciência de prs sociais e principalmente, de soluções, bem como de prs e soluções pessoais / individuais,
Esta conscientização é benfazeja, leva a transformações sociais, pois através dos tempos quem cria o Estado é a sociedade civil, q adquiri de tempo em tempo uma capacidade revolucionária, através de uma classe dominada que se revolta contra a dominante, vendo-a e criando assim uma outra sociedade civil, q cria outro Estado.
Dizem q o Comunismo é sociedade sem classe e q isto será possível quando a luta proletária se internacionalizar….já falamos isto um monte de vezes, e parece q tdo, hoje em dia, está internacionalizado, mas, n é sobre isto, q desejamos falar.
Nosso maior interesse e regozijo é a circulação de informes sobre “articulações de sobrevivência” ou de vida mesmo, porque n (?). Existe a crise, mas, ela tem de ser superada dia-a-dia, até se chegar a uma sociedade sem crise e como fazer isto? Simplesmente buscando conviver em vários microcosmos sociais, daí virá a luz!
Nestes dias vi no Instagram meu amigo Lu de Franco, visitando um grupo de candombe no bairro Concórdia em BH, postou fotos de bandeiras de Nossa Senhora do Rosário, de roda de samba, posou com uma senhora, q pode ser uma Rainha Conga e postou o retrato. Tudo mui lindo e creiam-me válido enquanto vida e articulação de sobrevivência.
Pela aí, encontraremos a verdade, o caminho e luz!

iteatrólogo alemão, atuante mais ou menos entre a primeira e segunda guerra mundial, até depois da segunda. Usava o efeito de distanciamento, para evitar as descargas de emoção, baseou-se no teatro chinês e no teatro experimental russo. Entende-se, que uma msg distanciada seja mais interiorizada por quem a recebe, q o receptor pensara depois sobre esta msg, enquanto uma mensagem passada como descargas de emoção, entra por um ouvido e sai pelo outro, no máximo levando as pessoas a ações ou reações emocionais, euforias, histerias, ou até mesmo a atos violentos, tipo os de torcidas de futebol.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Você passeia com o cachorro, o cachorro te faz pas...

Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Você passeia com o cachorro, o cachorro te faz pas...: Você passeia com o cachorro, o cachorro te faz passear Eu estava escrevendo, travou, resetei, abri de novo, mas o aqu...





Gostou manifeste!

Você passeia com o cachorro, o cachorro te faz passear


Você passeia com o cachorro, o cachorro te faz passear

Eu estava escrevendo, travou, resetei, abri de novo, mas o arquivo sumiu! Máquina da gente e a gente , quando trava, é horrível, quando destrava é uma beleza!
Ontem, descia os morros do bairro Santo Antônio, BH, onde morro, e q é mui enladeirado, cheio morros (n existe amorrado no dicionário), a meio quarteirão de casa, enrolei a corda, q prendia a coleira, no pescoço de Free, minha cadela, com a qual eu passeava e ela seguiu a rua (plana), até a esquina da rua onde moro, ela ia num passo acelerado e parava para me esperar, quando eu gritava: ”para 
Free (!)” eu vim num trote, há mui eu andava travado, destravei. Na esquina deparei com meu amigo Chico, q riu da cena. Foi gostoso!
É mui gostoso passear com a Free, Em casa, quando pego a coleira para colocar nela, ela começa a pular, numa festa imensa, quando passamos ao saguão do prédio, ela com a guia enrolado no pescoço, faz duas corridas lindas, pego a guia, subimos o morro, ela numa alegria contagiante, alegro-me com isto, relaxo...na descida tomo uma taça de vinho no bar da Paula, olho para o bairro, feliz!
O final do passeio já contei no segundo parágrafo, só q eu fazer um trote atrás da Free, aconteceu pela primeira vez ontem!kkk

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Pequeno mundo estranho,

Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Pequeno mundo estranho,: Espaço! A velha questão! Em um canto qualquer, seja um lote, uma sala, uma velha casa, se você começar a arrumar, con...

Pequeno mundo estranho,




Espaço! A velha questão! Em um canto qualquer, seja um lote, uma sala, uma velha casa, se você começar a arrumar, construir, reformar, logo aparecerão mil olhos, assim q o espaço passar a ser aconchegante!
Mexendo em casa vai-se pegando manias, q antes você criticava nas donas de casa, por exemplo, n conseguir ver uma pia com vasilhas sujas, sem imediatamente começar a lavar.
Limpar a área de serviços onde os cachorrinhos fazem cocô e xixi é outra compulsão!kkkk
Mas, lavar banheiro e os pisos da copa e cozinha….já se deixa passar, mas, se você tem visitas, começa a namorar….aí fica tipo: “o buraco é mais embaixo” , uma faxina pesada por semana, talvez duas no banheiro…..seguido de manutenção diária.
Há de se cuidar também dos talheres, panos de prato, pratos, copos e taças….e isto sem contar a manutenção das instalações, estrutura da casa, porta janelas, instalações hidráulicas e elétricas….
E a crise?….mesmo com poucos recursos financeiros e muito necessário manter o seu canto, o mais limpo e organizado possível….um ambiente não deprimente!
No começo falou-se neste texto no olho grande, também conhecido como olho gordo, aquele, q mata planta bonita, que dá quebranto “ni’ gente. Mas, isto é quando você vem estruturando o espaço residencial a partir do zero, ou mesmo que não seja a partir do marco zero, é quando você segue um projeto de estruturação todinho.

Outra coisa é quando se tem de enfrentar a provisoriedade de ocupação e utilização de um determinado espaço, pela oscilação aleatória de pessoas, objetos e animais, seja uma sala de trabalho ( sem cachorro) ou um local de residencia. Aí não há tatu que aguente. Para manter o acampamento mais ou menos em ordem, haja paciência e esforço. Se n a casa de “vó” vira casa de mãe Joana, ou seja, um zona!
Um outro “ou seja” a considerar é que mesmo que o país e o mundo n estejam em crise, se você estiver num limite de zorra total (na sua residencia e no seu local de trabalho), você estará em crise. Se você estiver neste dito limite e o país e o mundo entrarem em crise, você estará f*!
Entonces, para se deixar o pedaço nos conformes. o caminho lógico é aquilo que se poderia chamar de dimensionamento: qual o máximo de pessoas, animais e objetos, que o espaço comporta, de maneira confortável.
Quanto aos objetos é preciso se fazer um inventário daquilo e planilhar o que vai ser guardado e que vai ter outro destino. Quanto aos cães e gente (breque) enuncia-se o nosso limite.
Entende-se que nestes tempos de agora, é razoável e salutar, que o seu espaço residencial seja também um espaço de produção, como foram os castelos (pelo menos os ingleses) e as malocas, melhor explicando: Darcy Ribeiro explicava que a maloca era um local de produção, ali era produzido todos os objetos que seriam utilizado pela família, ou seja, quando se acaba com a cultura dos índios, com as casas arruadas substituindo a maloca e a taba, arruinava-se com a economia indígena. Alguns filmes nos mostram, que os castelos pós idade média eram centros de produção política e intelectual.

Entonces, nossa maloca ou castelo, deve ser estruturado, para nossas necessidades básicas de preparações de alimentos, para se dormir, tomar banho,etc, bem como para a leitura, net flix e assemelhados, para se ouvir música e em alguns casos para cantar e tocar, representar, fazer-se saraus, para o amor e para a produção: doces, salgados, música, poesia, blog, vídeo, e-book, orquídeas e os escambau, dependendo dos talentos de cada um.
Mas, porque esta baboseira toda? Como já disse escrevo mui vezes para elaborar questões minhas, mas, talvez sirva também para outras pessoas. Aqui conosco, entendemos que este escrito pode ser útil….e aquele (a) / aqueles (as) , q o ler(am) e entender(em), q é útil sim ou q n, por favor manifeste(m)! Será mui gratificante para nós teremos este retorno.

Um grande abraço!
Bh em26 dez 2018

No ventre da madrugada,

“A noite engole os homens”, a madrugada acaricia os (as) poetas e os (as) metidos (as) a poeta, para pari-los (as) depois das 09:00 ref...