domingo, 21 de janeiro de 2018
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Pequenos grupos e massa
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Pequenos grupos e massa: Mais uma vez fica perdida, uma matéria inteira. Fica perdido em termos , porque, mais ou menos quem escreve se lembra, ento...
Pequenos grupos e massa
Mais
uma vez fica perdida uma matéria inteira. Fica perdido em termos ,
porque, mais ou menos quem escreve se lembra, entonces, se for sob a
dor da perda, logo depois, q se deixa sem salvar, lembra-se tim-tim por
tim-tim.
Mas
refazer um texto um dia após seu sumiço, tem a vantagem da
elaboração ou n (!) porque ao se confeccionar o dito cujo pela
primeira vez pode-se esgotar toda elaboração da questão, que
motivou a escrita e q afligia o escriba perdulário. E aí pode-se
reescrever de forma brechtiana, distanciadamente, sem descargas de
emoções! Isto se, o q é válido para representação teatral for
válido para a produção de um texto.
Permitir-se
a alguns voos é bom para espairecer, naturalmente, é possível
melhorar a elaboração de uma questão, que aflija uma pessoa,
quando, esta pessoa escreve pela segunda vez sobre o mesmo tema q a
incomodava, mas, ‘distanciamento’ é voo…
Um
coisa é celta, escrevendo-se dez vezes sobre um mesmo assunto,
ter-se-á (xô temer) 10 textos diferentes.
O
texto q foi perdido falava: como o grande Fernando Brito, do
blog, Tijolaço, www.tijolaço.com.br/blog, lavou a alma dos (as)
brasileiros (as) partidários (as) do Lula, q aguardam o resultado do
dia 24, pois independente do resultado sairão vitoriosos Lula e suas
legiões de apoiadores, se 3x1, 3 x2, será Carnaval, se for 3 x0,
será uma falação do Lula e uma zoada da senzala até ensurdecer a
casa grande . Falava ainda de como o “ah é sim!” se tornou um mulambo político. Aí maluf foi lembrado… e temer, q parece ser a
bola da vez…
N
é pura e simplesmente a lei do retorno, e aí ficaria muito
estático, é uma questão dos contradições, algo dinâmico,
também, pode até passar ao lado da questão da opinião pública /
opinião publicada, mas, tudo vem de um dialogo que se estabelece no macro cosmo,
de toda a nação, sem televisão e sem grande imprensa, como um só
corpo, uma só mente, com consciência e inconsciências, sendo q este
inconsciente se tornará consciente um dia. E aí os (as) grandes
bandidos (as) irão para o ralo e aceitarão seu suplício e sua
culpa….
Falava-se,
tb, dos microcosmos, dos grupos / famiglia….como caixinhas de
ressonância do macro cosmo.
Um
suserano com seu feudo maior, dependentes , vários feudos menores e
seus comandos de seres vis.
Uma
malha de feudos / famiglia suportam o macro cosmo.
Existem
microcosmos, puro e simplesmente, regidos pela democracia direta,
mas, também n deixam de ser caixa de ressonância de organismos
maiores, na igreja católica progressista, n são as pastorais ou as
paroquias, q são repercutidas nas hierarquias mais altas, é o
contrario e assim com outros grupos sociais de tendência
progressista. Democracia nestes microcosmo é só para uso interno.
Mas,
existe uma espécie de escuta das bases, ou seja, elas n decidem ,
mas são escutadas.
As
pessoas convivem com e dentro destes pequenos grupos, quase sempre
existe como uma espécie sistemas de conjuntos e subconjuntos, a
escola e suas turmas, a igreja com suas pastorais ou ministérios, a
família com as famílias nucleares, os partidos, ás vezes, com suas
organizações de base. Vamos chamar isto de sociedade nuclear..... n (!) sociedade molecular...
Entendemos,
q toda sociedade seja assim, porque o ser humano é o animal
gregário, só consegue viver ou sobreviver em grupos, os vários
exemplos que se tem a segregação de um indivíduo, é q este
enlouquece. Entonces, uma pessoa com mais ou menos intensidade e
frequência convive com um grupo ou mais de um, exceto se for uma
pessoa, q passe a vida viajando para lugares diferentes.
Vamos
chamar de galeras estes grupos, q n são nem família, nem turma de
estudante, nem grupos de colegas de serviço, nem grupos de igrejas.
Pode-se
ter massas : de estudantes, massas de trabalhadores, massas de
religiosos, estes aglomerados de gente têm lideranças, que
orientam, dirigem estas massas, mui vezes, com orientações /
direções q n têm a ver com as orientações adotadas em cada
grupo menor. As orientações / direções das lideranças de
massas, repercutem nos pequenos grupos, as vezes, até predominam, o
contrario n acontece, mas, em alguns casos as lideranças de massa
fazem uma escuta nos pequenas grupos.
Se
as lideranças de massa se pautassem pela media de opiniões dos
pequenos grupos, que compõe estas massas…
além
de ser gostoso escrever sobre isto, cremos, q seja necessário e
ainda cabe muitas reflexões sobre este assunto!
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Numa tarde de domingo...Marcuse
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Numa tarde de domingo...Marcuse: Perdeu-se! Essa matéria já estava quase pronta. Começava assim: Nossa (!) q cara de cansado! E aí...acostuma-se com a car...
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Numa tarde de domingo...Marcuse
Perdeu-se!
Essa matéria já estava quase pronta. Começava assim: Nossa (!) q
cara de cansado! E aí...acostuma-se com a cara, e n se acha mais, q
ela transmita tanto cansaço assim.
Seria
uma taça? Taça de chope fica esquisito, mas vá lá. Chopinzinho
honesto o do Amarelin, Av Prudente (q fica em cima do Córrego do
Leitão), em uma margem , o bairro Santo Antônio, na outra, Cidade
Jardim, Coração de Jesus e Luxemburgo, BH.
Branco
e ouro velho, Marquin, um cãozinho da irmã de Berna, q fica mais na
casa dele do q na dela, a negra Free é dele, mas, uma cadelinha com
a cara tão grande (?) é pq o retrato foi tirado de perto! KKKK
E
ai na outra mesa, em frente a de Berna, uma loira tatuada, duas
garotinhas brincam em volta da mesa, quase ao lado da moça o pai das
menininhas, do lado oposto um cara bolado e um outro, aparentemente,
mais velho do que Berna.
Berna
já relaxado, pq o garçom trouxe água para seus cachorrinhos e já
esquecido da culpa de ter comido seu semelhante presente na linguiça
de porco, olhava a cena da outra mesa, enquanto sua imaginação
vagava sem noção de presente , passado e futuro.
Na
sua viajem o povo de antanho via a cena das duas mesas e se
escandalizava. Já racionalizando, pensou nos antigos vendo os casais
de homem com homem e mulher com mulher, q aparecem com mui frequência
nas vias e lugares públicos.
Quantos
(as), dos (as) antigos (as) escandalizar-se-iam , quantos (as)
sentir-se-iam aliviados (as) vendo estas e outras liberdades sexuais
/ afetivas e mais outras? (xô temer)
Em
um determinado momento Berna sentiu, q fazia parte destas cenas a
dessublimação repressiva, mas, seu conhecimento sobre isto era mui
pouco, buscou, entonces saber um pouco mais e entrou várias
esclarecimentos no trabalho:Marcuse:
cultura, ideologia e emancipação no capitalismo tardio, Luiz
Antônio da Silva Peixoto, Universidade Federal de Juiz de
Fora – UFJF, Juiz de Fora, MG, Brasil).
Este
texto
passa a se referencia naquele
trabalho, elaborado (o
texto) num só fôlego, por
isto algo ainda tosco, q se pretende
melhorar. Como vem acontecendo com outros textos de Berna, a
confecção dos mesmos é
mais um exercício pessoal buscando se entender algo, do
que uma tentativa de propagar uma ideia, mas, se alguém ler e
gostar, acharemos isto mui bom, se ler e comentar melhor ainda.
Entonces, adiante!
Por
mais atomizada, q seja a sociedade atual, tipo: cada qual no seu cada
qual, as pessoas buscam o outro, ninguém e afetivamente,
autossuficiente. Busca-se a pertença. Esta pertença significa ser
aceito por um determinado grupo e pelo outro.
Para
que aconteça a pertença e necessário se apresentar, e necessário
estar presente em determinados lugares, onde estarão os grupos ou
tipos de pessoas, que q cada indivíduo busca. E ai de varias formas
as pessoas se encontram.
Necessariamente,
quando se busca o encontro ou desencontro vai acontecer. Aborda-se
aqui só o encontro.
Os
encontros podem se dar de diversas maneiras, inclusive com alguma ou
nenhuma troca de palavras, as pessoa podem simplesmente se
entreverem, trocar algumas palavras ou iniciarem relacionamento de
amizade e / ou de namoro ou, simplesmente, como dizem os (as)
meninos (as), ficarem.
Quase
sempre acontece um entrever-se, que pode desdobrar em outras formas
de encontro ou n, mas é um momento em q se recebe e passa-se
mensagens ao outro. Entonces, a mesancene ou simplesmente uma cena,
os gestos, a indumentaria de cada um (a) é uma mensagem.
Mas,
as relações sociais não são fechadas em si, estão dentro de um
contexto amplo, q as permeia.
A
tatuagem, as menininha brincando em volta da mesa de um boteco, os
cachorrinhos debaixo de outra mesa são símbolos, q num primeiro
momento foram transgressões, mas num segundo momento foram
apropriados pelo sistema e transformados em objetos de consumos, n só
os produtos, as mercadoria (roupas q combinam com a tatuagem,
fetiches de roupas intimas, moda infantil, pet shop, coleiras,
produtos veterinários, academia e seus produtos, produtos para
terceira idade) mas o próprio discurso e mensagem q são
redirecionados e ressignificados aquilo q fundamentava a contestação
sofre um torque e passa a legitimar a dominação.
E
ai as ideias, os conceitos das culturas de resistência, populares e
da contracultura, são apropriadas pelo sistema e confirmada pelos
indivíduos, q assim legitimam a dominação.
Quando
o sistema vende a imagem apropriada da contestação ao próprio
sistema, quem compra esta imagem aceita algo q diz, q o sistema e um
agente de liberdade, de democracia. O consumidor na verdade só em
parte obtêm a liberdade, a de usar uma roupa despojada, por exemplo,
ao invés de um indumentaria formal, mas, n tem a liberdade de entrar
num determinado ambiente, que seja apropriado pelas classes de fato
ricas.
Junto
a isto, vem a chamada dessublimação, que justamente fazer com que,
q aquilo q era sublimado, tonado sublime, deixe de ser, passe a ser
algo, terra a terra, liberdade sexual até certo ponto, porque Eros é
suprimido, por isto, é uma dessublimação repressiva.
O
indivíduo primeiro vive a dessublimação, o q em principio é
positivo, não fosse esta dessublimação repressiva, q assim se
torna na medida
em
q o sistema libera o sexo e e anula Eros. Eros é um principio
transcende, q ultrapassa o sexo. Eros: o contado físico, a
degustação, o movimento, a alegria. Libido, oposto a morte,
explosão de vida. pulsão1.
Porém,
a dominação perderia o sentido se o sistema perder a necessidade de
oprimir, isto aconteceria devido a capacidade de produção advinda
das novas tecnologias, informática e robótica, no nosso entender, q
evitariam a ameaça da escassez q e o q impulsiona (obriga) a classe
produtora (operariado) a trabalhar horas e horas alienadas, p
sustentar toda sociedade.
Só
q isto tudo aconteceria num sociedade de abundância, q no nosso
entender é latente, mas, n vingou, pois o sistema criou o
neoliberalismo, q impede temporariamente o florescer da sociedade da abundância, adia o aparecimento desta sociedade, mas, que a primeira
vista, parece inevitável.
Nesta
sociedade de abundância sobrariam horas de folga para as pessoas, q
ao mesmo tempo teriam o necessário para se viver. Se estas horas de
folga n forem alienadas pela indústria cultural, teremos o o
surgimento do indivíduo q se auto-determina, q será o q quiser ser, posto q n obnubilado2,
sem
opressões, nas horas , realmente, livres.
Este
(a) novo (a) homem / mulher livres geriam um novo tipo sociedade.
Haveria
uma regressão ao narcisismo
primário, fase na qual
o Ego e o mundo ainda não se distinguem (MARCUSE, 1999a, p. 152 /
Marcuse: cultura, ideologia e emancipação no capitalismo tardio,
Luiz Antônio da Silva Peixoto, Universidade Federal de
Juiz de Fora – UFJF, Juiz de Fora, MG, Brasil).
Assim,
a liberação dos instintos, para Marcuse, tem também um caráter de
libertação política e social, uma vez que ela é o pressuposto de
uma sociedade verdadeiramente livre e emancipada. (Marcuse: cultura,
ideologia e emancipação no capitalismo tardio, Luiz Antônio da
Silva Peixoto, Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, Juiz de
Fora, MG, Brasil).
Entendemos
q Marcuse fala de uma sociedade, com uma tecnologia, q permitiria aos
homens e mulheres viverem num sociedade semelhante a primitiva,
voltaríamos a Gaya ou encontraríamos a Gaya do futuro e ao homem
natural, um ente humano.
Uma
inferência q se pode fazer, é q esta seria uma sociedade matrifocal.
Nosso reencontro com as bruxas.
1Sigmund
Freud
usou
o termo Eros para definir libido
ou
o impulso vital como um dos instintos primários principais que
determinam o comportamento humano, ao lado da morte. A energia
psíquica de Eros é referido como libido. O instinto de vida é de
autoconservação das espécies e para a sobrevivência e reprodução
do indivíduo. A palavra Eros inclui tudo, que visa o prazer (como o
contato
físico, alimentação, energia, movimento, alegria). Disponível
em,
Eros
(psicanálise) – https://pt.wikipedia.org/wiki/),
acesso, 1 jan 2018.
21. Obnubilado - Sinônimos de Obnubilado: turvação atordoado abombado aturdido azaranzado azoado cansado confundido confuso esfalfado estonteado exausto obnubilado sarapantado tonto trapalhão zonzo cego alucinado desamolado embotado inconsciente ofuscado perturbado rombo agitado alterado arvoado arvorado atónito atrapalhado comovido desarranjado emocionado engasgado transtornado zaranza desumbrado obscuro incompreensão desentendimento. Disponível em, Dicionário Informal, http://www.dicionarioinformal.com.br, acesso 1 jan 2018
domingo, 7 de janeiro de 2018
Com mui erros conceituais e outros...............
É difícil quando o adversário não recua, mesmo estando a contrariar a regra do jogo, pq tem a anuência de superiores, q deveriam coibir seu desregramento.
A derrota de nosso campeão fica assim garantida. E nós, o povo, correndo o risco de continuarmos sob o julgo de um tirano prol estrangeiros e prol govs de outras terras.
Também quem manda as pessoas ficarem dependendo de um campeão! Na verdade são as amplas massas q têm força para mandar e desmandar em uma cidade , em um país. O campeão em verdade conta é com a força dessas massas. Pq um campeão sozinho n tem a força p libertar um povo, nem a si mesmo (é um escravo da volúpia de ser campeão).
Aliás, n custa nada repetir o q disse, um velho e bom Camarada, o meu irmão: Cabo : ["Ninguém liberta ninguém..." jornal, O Palavrão, anos 70 (?) DA da Escola de Comunicação da Católica, hoje, PUC, BH] e aí eu n sei como continuava, alô (!) alô(!) Regina, vc se lembra (?)]
...mas, hoje eu emendaria assim: "ninguém liberta ninguém, cada um se liberta por si, todos juntos nos libertamos", gostou da trilogia ou n é uma trilogia? Kkkkk
O interessante é q o Cabo era brizolista, kkkk....talvez fosse até uma forma de se mostrar q, com ou sem Brizola, a luta deve continuar...um forma dele inclusive se libertar do líder carismático.
Ressalvo, q o Briza mora no meu coração, assim como Darcy Ribeiro, ambos estão no meu oratório. Quando adolescente, eu era brizolista, sonhei em entrar para o grupo dos 11....mas, achei q o gaúcho chamava tudo pra si, tipo no jogo, aquele q gritava numa bola difícil: "deixa comigo!"...
E aí (!) com todo respeito, critico o PHA e o Fernando Brito, dos blogs: "Conversa Afiada" e "Tijolaço", bizolistas, jogam nossa libertação no Lula!
Os dois jornalistas jogam um papel importantíssimo na resistência ao golpe, estão a anos luz de distância, em termos de cultura política de nós, o povo, mas, nós , o povo, ficamos mui angustiado pq ao mesmo tempo q falam da grande probabilidade do Lula tombar, falam, q uma revira volta política depende dele (Lula). Caramba (!) isto é real....e justamente pq isto ser real, deve-se mostrar q existe outra(s) possibilidade(s) e inclusive se trabalhar esta (s) outra (s) possibilidade (s)...
Entendemos q massa é acéfala, depende de um líder carismático, mas, massa organizada n é acéfala, se o líder maior tombar, ela tem condições de repor outro, no lugar do q tombou e continuar a marcha...isto, dentro de uma democracia direta dentro de cada pequeno grupo (pensante), q compõe o grupo maior.
Aprender trabalhar com pequenos grupos é a questão. É uma questão teórica, mas, tb, prática.
Tá celto Camarada (!) nenhuma novidade até aqui...mas, primeiro, eu elaborei mui coisa...outra coisa , a formação de pequenos grupos é fácil ou n?
De toda forma isto isto é um alento....
Vou parar por aqui, para não ficar me repetindo....
Vou mexer no texto (?).. só para correção ortográfica..,conceitos, ideias n (!), se n (!) n se para de mexer, nunca....kkk
A derrota de nosso campeão fica assim garantida. E nós, o povo, correndo o risco de continuarmos sob o julgo de um tirano prol estrangeiros e prol govs de outras terras.
Também quem manda as pessoas ficarem dependendo de um campeão! Na verdade são as amplas massas q têm força para mandar e desmandar em uma cidade , em um país. O campeão em verdade conta é com a força dessas massas. Pq um campeão sozinho n tem a força p libertar um povo, nem a si mesmo (é um escravo da volúpia de ser campeão).
Aliás, n custa nada repetir o q disse, um velho e bom Camarada, o meu irmão: Cabo : ["Ninguém liberta ninguém..." jornal, O Palavrão, anos 70 (?) DA da Escola de Comunicação da Católica, hoje, PUC, BH] e aí eu n sei como continuava, alô (!) alô(!) Regina, vc se lembra (?)]
...mas, hoje eu emendaria assim: "ninguém liberta ninguém, cada um se liberta por si, todos juntos nos libertamos", gostou da trilogia ou n é uma trilogia? Kkkkk
O interessante é q o Cabo era brizolista, kkkk....talvez fosse até uma forma de se mostrar q, com ou sem Brizola, a luta deve continuar...um forma dele inclusive se libertar do líder carismático.
Ressalvo, q o Briza mora no meu coração, assim como Darcy Ribeiro, ambos estão no meu oratório. Quando adolescente, eu era brizolista, sonhei em entrar para o grupo dos 11....mas, achei q o gaúcho chamava tudo pra si, tipo no jogo, aquele q gritava numa bola difícil: "deixa comigo!"...
E aí (!) com todo respeito, critico o PHA e o Fernando Brito, dos blogs: "Conversa Afiada" e "Tijolaço", bizolistas, jogam nossa libertação no Lula!
Os dois jornalistas jogam um papel importantíssimo na resistência ao golpe, estão a anos luz de distância, em termos de cultura política de nós, o povo, mas, nós , o povo, ficamos mui angustiado pq ao mesmo tempo q falam da grande probabilidade do Lula tombar, falam, q uma revira volta política depende dele (Lula). Caramba (!) isto é real....e justamente pq isto ser real, deve-se mostrar q existe outra(s) possibilidade(s) e inclusive se trabalhar esta (s) outra (s) possibilidade (s)...
Entendemos q massa é acéfala, depende de um líder carismático, mas, massa organizada n é acéfala, se o líder maior tombar, ela tem condições de repor outro, no lugar do q tombou e continuar a marcha...isto, dentro de uma democracia direta dentro de cada pequeno grupo (pensante), q compõe o grupo maior.
Aprender trabalhar com pequenos grupos é a questão. É uma questão teórica, mas, tb, prática.
Tá celto Camarada (!) nenhuma novidade até aqui...mas, primeiro, eu elaborei mui coisa...outra coisa , a formação de pequenos grupos é fácil ou n?
De toda forma isto isto é um alento....
Vou parar por aqui, para não ficar me repetindo....
Vou mexer no texto (?).. só para correção ortográfica..,conceitos, ideias n (!), se n (!) n se para de mexer, nunca....kkk
sábado, 6 de janeiro de 2018
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Delenda tristeza!
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Delenda tristeza!: Pelo menos algumas linhas. 24 de janeiro, um data feia…é...n ficou nada da música grega, da antiguidade clássica, aliás, despareceu...
Saiu do forno agora!
Saiu do forno agora!
Delenda tristeza!
Pelo
menos algumas linhas. 24 de janeiro, um data feia…é...n ficou nada
da música grega, da antiguidade clássica, aliás, despareceu uma
civilização e no território, onde foi a Grécia antiga, entre o
povo n ficou nenhum legado da cultura grega ou da chamada cultura
helênica, ficou a língua, fala-se grego na Grécia e como, q fica o
idioma e n fica nada da cultura? N se sabe…ou se sabe...Mas,ficou
o Costa Gravas1!
N
foi só com Catargo, Roma delendou a Grécia antiga.
Porém,
ficou para todo ocidente o legado da cultura grega, embora tenha
ficado mui dos muçulmanos…q liquidaram a fatura do império
romano.
O
povo vietnamita, embora o império tenha matado 30% da sua população,
sobreviveu enquanto cultura, antes já tinham resistido a China…
"O
rico brasileiro de verdade já desistiu do Brasil. Está pouco se
lixando se tem gente pobre, vivendo e defecando nas ruas. Não é que
ele seja insensível, é que ele não vive aqui. Ele está por aqui.
Tem seu apartamento à beira mar, frequenta seu clube, onde joga
tênis, convive com seu reduzido círculo de amigos e ponto. Depois,
embarca no seu jato para a residência lá fora. O Brasil é para
ganhar dinheiro e remeter dinheiro", diz Hildegard Angel.(Hildegard Angel: os
ricos se lixam para o Brasil, Brasil
247,3 jan 2018)
A
classe média corre atrás da dubla cidadania, n é só
filho de rico q fala inglês desde pequeno, mui meninos (as) de
classe média, também,
cientistas da pesquisa tiram o time, n há mais verbas para pequisa
aqui, empresas brasileiras, principalmente as grandes estatais são
desnacionalizadas, sites de esquerda dizem, q será golpe sobre
golpe...daqui pra frente...delendaram-nos!?
Entonces, às vezes, é completamente necessário, aquele exercício:
a espinha erecta, a mente quieta, e o coração tranquilo…um chopinho depois do serviço, chopinho de carica, um só e correr pra
casa pra digitar.
(Oi
Maitê qualquer dia vou beber c você, Maria Tereza (!) vai ser uma
beleza…)
Gente(!)
gente! Dizem q o império romano durou + de mil anos, mas, depois de
475
DC já n era o império, era um arremedo…só q ninguém se
interessou em dar a espadada de misericórdia…foi a “economia”,
a maneira de produção…e
a estrutura imperial despencando...depois
do
romano n se teve mais império, Napoleão
(?) D. Pedro I ou “II” (?)
Ah (!) mui depois do
império
romano
teve o império inglês, depois
o império americano.
O
mundo por 450 anos, mais ou menos, foi dominado pelos romanos, se
a história se repetisse mecanicamente, haveria ainda 350 anos de
hegemonia do domínio norte americano, mas não será assim…
Bem
+ 350 anos de dominação seria mui...dizem q o capitalismo esgotou
sua capacidade reprodução2
entonces, ele estaria no fim. Pode ser (!), as coisas andam mais
rápidas no capitalismo,mais uma vez, o próprio sistema gera o q vai
destruí-lo. O sistema sócio econômico vigente, atualmente, estaria
economicamente esgotado, mas, n estaria esgotado ideologicamente.
Seguinte:
na hipótese do poder dos gringos durar + 350 ou até metade deste
tempo, n dá nem para pensar como seria a vida…na hipótese dele
durar menos de 100 anos, 90 anos mais ou menos, dá para pensar como
seria a vida…no caso do capitalismo estar acabando, esgotando-se ideológica e politicamente e de estar surgindo alguns regimes socialistas via ação das massas organizadas (pode sim), partiríamos para a
praça, para o abraço, para o chope e Carnaval!
Daqui a 90 anos talvez ainda se leia livros, e-books ou coisa
parecida, com celteza, entonces, vamos escrever, ler, fazer arte e ciências (ainda alguns tipos de ciências n serão possíveis nos
países dominados) vamos para alguns enfrentamentos, mas,
resguardando que nossas ideias sobrevivam em várias pessoas,
devendo-se inclusive, buscar ampliar o número de pessoas q
acreditem num “mundo novo”…
Mas,
aí a coisa n é tão estanque assim, daqui a 90 anos, há de se ter
um modo de vida, que preserve nossas ideias para daqui a 90 anos ,
mais ou menos, também que estejamos alertas, para pular no cavalo
arreado , que nos passa próximo ou talvez até no bonde, no trem vermelho…
Prezados
amigo (a), Camaradas, companheiros (as), q por acaso lerem isto aqui,
não repare se eu disse besteira, n (!) isto aqui n é uma
baboseira, deve ter + erros do q acertos, mas, é a busca de um
reflexão breve, sobre um momento, q é angustiante, como disse em
outro escrito, escrevo + pra mim….mas, pode ser q sirva para você
também.
Esta
busca mui vezes é literal (no buscador do Google), navego e corrico,
quando quero conferir um número , uma data ou esclarecer um fato,
encontrar o significado de uma palavra, as vezes deparo com texto lapidares, outros deliciosos, vantagens da internet, né?
1Konstantinos
Gavras, mais conhecido como Costa-Gavras,
em grego Κώστας Γαβράς, (Lutrá Iréas, Arcádia, 12 de
fevereiro de 1933) é um cineasta grego, naturalizado francês, que
se notabilizou por seus filmes de denúncia política e, mais
recentemente, de ficção social. Biografia
· O
Capital · Filmografia
. Constantin
Costa-Gavras – Wikipédia, a enciclopédia livre -
https://pt.wikipedia.org/wiki/Constantin_Costa-Gavras
acesso, 6
jan 2018
2A
Produção e a Reprodução Dia
após dia, ano após ano, os homens consomem pão, carne e outros
gêneros alimentícios, usam roupas e calçados, mas simultaneamente
novas quantidades de pão, carne, roupas, calçados e outros artigos
de consumo são produzidos pelo trabalho humano. O carvão arde nos
fornos e nas estufas, porém ao mesmo tempo mais carvão é extraído
das entranhas da Terra. Mais cedo ou mais tarde, as máquinas
tornam-se obsoletas, mas novas máquinas são construídas nas
empresas. Em qualquer regime de relações sociais, o processo de
produção deve renovar-se permanentemente. Esta
permanente renovação, esta repetição do processo de produção é
a reprodução.
“Qualquer
processo social de produção, considerado em sua permanente
continuidade e no fluxo ininterrupto de sua renovação, é ao mesmo
tempo processo de
reprodução.”https://www.marxists.org/portugues/tematica/livros/manual/07.htm,
Manual de Economia Política - Academia
de Ciências da URSS - Capítulo
VII — A Acumulação do Capital e o Empobrecimento do
Proletariado, acesso,
5 jan 2018
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Falando de Besteiras
Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo: Falando de Besteiras: Vive-se um tempo ou constata-se nestes tempos de agora, q a besteira é mui abrangente, fala-se e se faz mui besteira. E o q é uma best...
Falando de Besteiras
Vive-se
um tempo ou constata-se nestes tempos de agora, q a
besteira é mui abrangente, fala-se e se faz mui besteira. E o q
é uma besteira? É negocio sem pé nem cabeça, sem ter porque, q se
faz por fazer, talvez p ocupar o tempo...n (!) a besteira é a filha
do autorismo, vem de quando se é obrigado justificar algo
q se faz ou se pretende fazer e q é ou será mui prejudicial ao
outro. Aí, de má vontade, fala-se qualquer coisa para
justificar. Outras vezes, apela-se p o cinismo.
Esta espécie
de manota, inconcludência numa fala, em declarações que
se dá em público, é coisa mui comum em
políticos retrógrados e assemelhados. Ou seja, a
besteira é mui comum entre eles.
Mui
antigamente, estas besteiras, aconteciam de ano em ano ou talvez
até, em menor prazo, mas, a gente não tomava conhecimento, n
ficava sabendo, isto, até se chegar, algum tempo depois, ao
FEBEAPA, Festival de Besteira que Assola o País, criado e
publicado pelo Stanislaw Ponte Preta1,
codinome de Sérgio Porto jornalista e escritor carioca, q
foi mui admirado por muis da juventude dos anos 60.
Atualmente
é um horror, começa na Presidência da Republica, passando
pela Câmara, Senado e Supremo Tribunal de Justiça, é cada
pérola!Mas, são tantas, emendadas uma com a outra, q fica parecendo
uma besteira só, Isto sem contar a república do Paraná,
jornais e revistas da grande imprensa e televisão.
E
aí para n escutar e ver besteira, você dá sua televisão
prusoutros, comprar jornal (?), só o mais baratim, para
cachorrin fazer xixi e cocô, passa rápido pelo centro da
cidade, às vezes, vindo até de UBER, do trabalho p casa. Mas, você n pode ficar sem celular e aí a moça te liga,
lá de Sampa, e após você se identificar como sendo o seu
fulano, ela começa a falar, sem ponto e sem virgula….e você
tentando dizer, q não se interessa pelo cartão de credito, nem pela
linha de crédito...depois de um meia dúzia de tentativas você
consegue...corta o barato, delicadamente, se despede….e ela te
responde com voz de decepcionada.
Ki
besteira...ela passou a acreditar no q fala, acredita q aquele cartão
e q aquela linha de crédito trazem vantagens p as pessoas...meu
Deus!
O Festival
de Besteira Que Assola o País - Stanislaw
Ponte Preta (Sérgio
Porto) - Disse Stanislaw no FEBEAPA 2: "?difícil ao
historiador precisar o dia em que o Festival de Besteira começou a
assolar o País. Pouco depois da "redentora", cocorocas de
diversas classes sociais e algumas autoridades que geralmente se
dizem "otoridades", sentindo a oportunidade de aparecer,
j?que a "redentora", entre outras coisas, incentivou a
política do dedurismo (corruptela de dedo-durismo, isto ? a arte de
apontar com o dedo um colega, um vizinho, o próximo enfim, como
corrupto ou subversivo — alguns apontavam dois dedos duros, para
ambas as coisas), iniciaram essa feia prática, advindo da?cada
besteira que eu vou te contar".Disponível em, Releitura
–
Textos, http://www.releituras.com/spontepreta_festival.asp, acesso:1
de jan 2018
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