domingo, 4 de novembro de 2018

Sociedade Civil? Internacionalização(?): Trabalhadores x Capital Financeiro? Explicação ao meu amigo Vladimir Riomar, q n entendeu minha publicação no nosso bog: “Folha Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo”, intitulada: “Mui Haddad e Manu”.


Prezado Vladimir,

     Vc falou q n entendeu  a matéria, de minha própria lavra, q postei no nosso blog: “ Folhas Secas Marrons, meio Roxas e Amarelas, passado a limpo”, intitulada: “Mui Haddad e Manu!”,  de 27 out 2018. Entonces, vamos tentar explicar.

Eu queria pedir voto para o Haddad e para a Manu, aliás, todos os dias durante a campanha, eu pedi, mas, desta vez resolvi alongar o pedido, buscando melhorar a petição. Aí busquei mostrar como funciona a sociedade civil e mostrar, q a luta de trabalhadores versos capital financeiro já se internacionalizou.

Perdemos as eleições, mas, no meu entender, a compreensão do que seja sociedade civil, como ela funciona e a universalização da luta de classes (capital financeiro x proletariado) continua sendo dois eixos para compreensão do q esta acontecendo com a gente e a compreensão disto nos daria baliza do que fazer.

Num segundo momento falamos do papel da mídia. Ou seja, q além da dominação material dos meios de produção material, vc tem tb a dominação material dos meios de produção espiritual pelas classes dominantes. Ou seja, a grande mídia golpista, faz a cabeça do povão, esta passa a fazer o discurso dos dominadores, falando do interesse dos dominadores com se fosse o seu interesse. Ele (o povão) foi convencido disto pela grande mídia neoliberal e golpista. Só q a grande mídia n é tão hegemônica assim e termina acontecendo uma outra forma de comunicação de massa, q não professa o discurso das classes dominantes.
N vamos explicar esta “outra forma de comunicação de massa” para não complicar a explicação do texto: “Mui Haddad e Manu”, mas, ela passa por diversos canais ou brechas nestes canais: escola, igrejas, rádios, jornal do peão, internet, por exemplo.
Em seguida levantamos um contra ponto histórico desta hegemonia da mídia.
Há mui os principais meios de comunicação estão a serviço das classes dominantes (burguesia nacional, principalmente o capital financeiro e seus comparsas internacionais).  No entanto, desde 1930 até hoje, de tempo em tempo surgiram liderança populares praticamente imbatíveis em eleições, foram elas: Getulio Vargas:
- Governo Provisório -1930-1934,
- Governo Constitucional - 1934-1937,
 Juscelino Kubitschek - JK:
 31 de jan 1956 – 31 de jan 1961, www.google.com, acesso, 3 nov 2018;
João Goulart (Jango) – 1961 até 1964, disponível em,
Luiz Inácio Lula da Silva:
1 jan 2003 – 1 jan 2011, www.google.com, acesso, 3 nov 2018;
Dilma Rousseff:
1 jan 2011 – 31 ago 2016,
www.google.com, acesso, 3 nov 2018.

     Olhando os períodos que políticos populares estiveram no poder, não é tão pouco tempo assim, não (!) e também houve continuidade, se não vejamos:
Getulio, 15 anos; Jk, 5 anos; Jango,  3 anos; Lula, 8 anos; Dilma, 5 anos; num total de 36 anos de poder popular.
Tivemos dois períodos praticamente contínuos deste mesmo poder popular, de Getulio até Jango, apenas com uma interrupção do período, de 7 meses, do governo, Janio Quadros e um segundo período continuo de Lula e Dilma, entre os dois períodos uma ditadura militar.
Praticamente, a vocação brasileira é prol governos populares e progressistas, a continuidade e o tempo de permanência no poder (ou parcialmente no poder) nos garante nesta afirmação.
E em todo tempo a grande mídia esteve trabalhando contra estes políticos, falamos isto enquanto testemunha da história, mas, facilmente encontra-se na internet referencia sobre a mídia de cada uma destas épocas.
Trocando em miúdos, a sociedade civil brasileira é prol governos populares progressistas. A grande mídia perde para uma outra mídia, que chamaremos de alternativa.
Ora, é fácil ver que estes períodos de governos populares progressistas só são interrompidos na marra, primeiro o golpe militar e recentemente o golpe midiático / jurídico e a prisão de Lula.

A confusão feita  com o q seja um governo popular progressista e um governo prol socialismo, é para se fazer confusão mesmo.
Vargas, Jango, Jk e Lula não fizeram um governos prol socialismo. Procuraram a industrialização do pais, sendo q a partir de Vargas, foram criadas empresas estatais porque no Brasil os capitais acumulados com a exportação de produtos primários n foram aplicados na industria. A Votorantin, uma das poucas indústrias nacional, no período Vargas, recebeu grande incentivo dele, para produzir duro alumínio, do qual éramos dependentes de outros países.
     Aqui não houve um movimento social com o aparecimento de pequenas indústrias, manufaturas que cresceram com o aparecimento uma burguesia, igual aconteceu em países  europeus. A industrialização não surgiu da sociedade, esta surgiu de cima para baixo, principalmente com Vargas, mas, também com JK. Jango não deve tempo, mas, como bom discípulo de Vargas (foi ministro do trabalho no governo Vargas) manteve a escrita. Apenas como exemplo, no governo Lula, surgiu o pré-sal e em torno deste uma série de indústrias de capital privado. Tudo nos moldes das estatais européias.
     Soy acontecer que em todos este governos incluindo tb o governo Dilma, que conseguiu preservar nosso parque industrial estatal e privado, promoveram algumas políticas sociais, que não chegam nem aos pés, das políticas sociais, quando do “estado do bem estar social europeu”.
     Alguns cronista políticos (economistas no meio) dos chamados blogs sujos, dizem q o tripé para um salto mais definitivo do Brasil para o clube dos 5 países mais ricos do mundo, era a indústria aeronáutica, a indústria petrolífera e a agroindústria. Só o último setor  citado sobreviveu a temer, justamente aquele que tem origem na chamada Casa Grande.
     Querendo ou n a agroindústria tem uma base sustentação social, os ruralistas são politicamente atrasados, mas, são uma base sustentação sócio / política.
     As grandes empresas de engenharia nacionais, com sua mecânica pesada, os estaleiros e subsidiárias, as subsidiárias da Petrobras, tudo nacional, sifu, pq n existe uma burguesia organizada, que tenha emergido da sociedade, entonces, as grandes empresas de engenharia, não tem uma base de sustentação sócio / política.
     Entonces, meu caro amigo Vladimir, estamos falando de sociedade civil.
     E aí este barulho todo de socialista, Venezuela, Cuba, é cortina de fumaça para esconder estes fatos.
     Perdemos as eleições para presidente.
O Lula foi preso e vai continuar preso, bom será se não o isolarem, impedindo-o de ter cotados. A política do cassete nos movimentos sociais, povo pobre deverá imperar. Os fake new (s) n serão investigados, a educação vai sifu, bem como o que resta da indústria nacional privada e estatal.
A coisa fez continência para a bandeira americana não por subserviência. Ele se considera um americano e não é o único, vários (as) brasileiros (as) desejam a dupla cidadania, a turma de Miami, tem mui gente q quer mudar pra lá, q quer estudar lá, isto pra falar dos setores médios, mas, tem uma galera mais pobre que desejar trabalhar lá...viver lá...
Entonces, o fato dele fazer continência para a bandeira dos gringos, é uma coisa que já esta naturalizada, q  é considerada natural para ele e para diversos brazileiros do Brazil. Nós brasileiros (as) do Brasil é q achamos isto estranho.
O império romano dava cidadania para seus prepostos de outras nações, como São Paulo apostolo de Cristo, por exemplo. Ele era romano, não de nascimento, mas, tinha cidadania romana.
Se o capitalismo se internacionalizou, se o proletariado se internacionalizará, pq q o fascismo n pode se internacionalizar.
É da essência do fascismo ser nacionalista?
Os inventores do estado nacional, as burguesias, se internacionalizaram!
Existe até um congresso de governos fascistas, estimulados por uma celta organização americana, marcado para acontecer em um país europeu.
Foram vários pitacos internacionais dados nas últimas eleições presidenciais brasileiras, todos a fator de Lula e de Haddad Manu, artistas, jornalistas, intelectuais, estrangeiros, se posicionaram,  só n tinha proletariado.
O mundo está efervescente. Vários acordos comerciais bilaterais, quebraram a hegemonia americana, pq foram acordos entre carneiros de chifre, China, Japão, as duas Coreias. Atrás do comercial vem o político.
Os EUA são uma potencia decadente, q se matem no cassete. Coisa própria dos sistemas de produção, que chegam num estagio onde ficam incapacitados de produzirem o necessário para sua existência, isto é cientifico. Parece incrível, mas é verdade. A pobreza chegou a ampliar horrores por lá, aí eles fizeram guerras, derrubaram governos, fizeram acordos leoninos e estão no pleno emprego. Mas, até quando eles conseguiram pilhar?
O celto é que o capitalismo esta em crise, que só será superada pelo socialismo, que se acontecer nos países centrais, um abraço, teremos o Comunismo.
Os governos fascistas cairão feito num jogo dominó.
Mas para isto é necessária a internacionalização da luta proletários x capital financeiro. O q está mui difícil pois em mui países n há luta, em outros lideranças fascistas canalizaram  para o seu movimento a força operária.
Difícil mas possível, pq lutas trabalhistas sempre ressurgem e desta vez acontecerá num outro patamar da história mundial, cremos, tendo como motor uma consciência universal.
Malucos ameaçarão com a terceira guerra, mas, n vingará!

No ventre da madrugada,

“A noite engole os homens”, a madrugada acaricia os (as) poetas e os (as) metidos (as) a poeta, para pari-los (as) depois das 09:00 ref...