Fotos do Instagram de Lu de Franco, de rescende visita dele aos Candombes no
bairro Concórdia, BH.
Na foto acima, Lu de Franco, advogado, apreciador e entendido da cultura Afro-brasileira, participante de vários blocos Carnavalescos belo-horizontinos, gourmet, enfim um cidadão cultural, além de um grande bom caráter .
Tudo se dá em sociedade, já dizia um celto colunista social, isto
mesmo, no tempo q ainda existia society [lugar dos (as) hoje chamados
(as) socialites], estes colunistas eram mui puxa sacos dos q se
diziam ricos, mas, o cara, disse uma verdade. Bem entendido, o que
ele (colunista) entendia como sociedade era um grupinho da sua
província, q ele via como elite e q teria até destaque
internacional, no entanto, ontem como hoje, estas pessoas, n
passavam de colonizadas. A sociedade a qual queremos nos referir é a
sociedade civil, que é ampla, inclui o rebanho ovino
suprarreferido, assim como os carneiros de chifre, que o comandam,
inclui outros grupos e elementos da fauna humana, enfim inclui todas
as classes sociais de todo o país.
O colunista social,
já falado, acertou em cheio, no “tudo se dá em sociedade”,
porque em sociedade se pode ouvir e falar, intervir e isto repercute,
ou seja, você fala com a sociedade, mas, celtamente, num é chegando
na esquina e gritando alô (!) alô (!) sociedade (!) eu quero dizer
isto assim assado para você, poderia até ser….mas, cremos q o
falante n seria ouvido...mas, algumas vezes, somos ouvidos nos
microcosmos sociais e isto se propaga por toda sociedade. Tb ouvimos
e aprendemos coisas, q também se propagarão.
Esta propagação
por toda sociedade se dá através da chamada capilaridade, ou seja,
passa pelas ligações, conexões existente entre os grupos sociais:
grupos de uma mesma igreja, turmas de boteco, de colegas de serviço,
q se encontram fora do horário de serviço, grupos artísticos,
pessoas que praticam esporte juntas, times, grupos de dança, grupos
folclóricos.
A comunicação de massa, gritada em alto-falante, em outdoor, no
rádio, na TV, em jornal de grande circulação, levam uma msg para
as pessoas, mas, no nosso entender, na marra, entonces, é uma
espécie de efeito hipnótico , msg de teatro grego, como descargas
de emoção, chegando-se a catarse, pelo menos um celta comunicação
sensacionalista é assim. Enquanto a comunicação em grupos
menores, tende a ser brechtiana, uma comunicação tipo a que
acontece no teatro no estilo de Bertolt Brechti,
seria uma comunicação q levaria as pessoas a pensar sobre o
assunto, chegando-se mesmo a tomar consciência de prs sociais e
principalmente, de soluções, bem como de prs e soluções pessoais
/ individuais,
Esta
conscientização é benfazeja, leva a transformações sociais, pois
através dos tempos quem cria o Estado é a sociedade civil, q
adquiri de tempo em tempo uma capacidade revolucionária, através de
uma classe dominada que se revolta contra a dominante, vendo-a e
criando assim uma outra sociedade civil, q cria outro Estado.
Dizem q o Comunismo
é sociedade sem classe e q isto será possível quando a luta
proletária se internacionalizar….já falamos isto um monte de
vezes, e parece q tdo, hoje em dia, está internacionalizado, mas,
n é sobre isto, q desejamos falar.
Nosso maior interesse e regozijo é a circulação de informes sobre
“articulações de sobrevivência” ou de vida mesmo, porque n
(?). Existe a crise, mas, ela tem de ser superada dia-a-dia, até se
chegar a uma sociedade sem crise e como fazer isto? Simplesmente
buscando conviver em vários microcosmos sociais, daí virá a luz!
Nestes dias vi no
Instagram meu amigo Lu de Franco, visitando um grupo de candombe no
bairro Concórdia em BH, postou fotos de bandeiras de Nossa Senhora
do Rosário, de roda de samba, posou com uma senhora, q pode ser uma
Rainha Conga e postou o retrato. Tudo mui lindo e creiam-me válido
enquanto vida e articulação de sobrevivência.
Pela aí, encontraremos a verdade, o caminho e luz!
Pela aí, encontraremos a verdade, o caminho e luz!
iteatrólogo
alemão, atuante mais ou menos entre a primeira e segunda guerra
mundial, até depois da segunda. Usava o efeito de distanciamento,
para evitar as descargas de emoção, baseou-se no teatro chinês e
no teatro experimental russo. Entende-se, que uma msg distanciada
seja mais interiorizada por quem a recebe, q o receptor pensara
depois sobre esta msg, enquanto uma mensagem passada como descargas
de emoção, entra por um ouvido e sai pelo outro, no máximo
levando as pessoas a ações ou reações emocionais, euforias,
histerias, ou até mesmo a atos violentos, tipo os de torcidas de
futebol.







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