sábado, 16 de março de 2019

Buscando e Encontrando Caminho!



Fotos do Instagram de Lu de Franco, de rescende visita dele aos Candombes no
bairro Concórdia, BH.



 Na foto acima, Lu de Franco, advogado, apreciador e entendido da cultura Afro-brasileira, participante de vários blocos Carnavalescos belo-horizontinos, gourmet, enfim um cidadão cultural, além de um grande bom caráter .
 
Eu pensei que era outra coisa, mas é a mesma. É desigual mas n importa, segue-se e catuca dali e daqui e vamos tentando fazer alguma coisa. E quando conseguimos, ótimo, naturalmente, estamos falando de coisas boas. Mas, o negócio é conseguir o suficiente, conseguir produzir a vida e mais um pouco, q dê para o champanhe, o q é mui bom!
Tudo se dá em sociedade, já dizia um celto colunista social, isto mesmo, no tempo q ainda existia society [lugar dos (as) hoje chamados (as) socialites], estes colunistas eram mui puxa sacos dos q se diziam ricos, mas, o cara, disse uma verdade. Bem entendido, o que ele (colunista) entendia como sociedade era um grupinho da sua província, q ele via como elite e q teria até destaque internacional, no entanto, ontem como hoje, estas pessoas, n passavam de colonizadas. A sociedade a qual queremos nos referir é a sociedade civil, que é ampla, inclui o rebanho ovino suprarreferido, assim como os carneiros de chifre, que o comandam, inclui outros grupos e elementos da fauna humana, enfim inclui todas as classes sociais de todo o país.
O colunista social, já falado, acertou em cheio, no “tudo se dá em sociedade”, porque em sociedade se pode ouvir e falar, intervir e isto repercute, ou seja, você fala com a sociedade, mas, celtamente, num é chegando na esquina e gritando alô (!) alô (!) sociedade (!) eu quero dizer isto assim assado para você, poderia até ser….mas, cremos q o falante n seria ouvido...mas, algumas vezes, somos ouvidos nos microcosmos sociais e isto se propaga por toda sociedade. Tb ouvimos e aprendemos coisas, q também se propagarão.
Esta propagação por toda sociedade se dá através da chamada capilaridade, ou seja, passa pelas ligações, conexões existente entre os grupos sociais: grupos de uma mesma igreja, turmas de boteco, de colegas de serviço, q se encontram fora do horário de serviço, grupos artísticos, pessoas que praticam esporte juntas, times, grupos de dança, grupos folclóricos.
A comunicação de massa, gritada em alto-falante, em outdoor, no rádio, na TV, em jornal de grande circulação, levam uma msg para as pessoas, mas, no nosso entender, na marra, entonces, é uma espécie de efeito hipnótico , msg de teatro grego, como descargas de emoção, chegando-se a catarse, pelo menos um celta comunicação sensacionalista é assim. Enquanto a comunicação em grupos menores, tende a ser brechtiana, uma comunicação tipo a que acontece no teatro no estilo de Bertolt Brechti, seria uma comunicação q levaria as pessoas a pensar sobre o assunto, chegando-se mesmo a tomar consciência de prs sociais e principalmente, de soluções, bem como de prs e soluções pessoais / individuais,
Esta conscientização é benfazeja, leva a transformações sociais, pois através dos tempos quem cria o Estado é a sociedade civil, q adquiri de tempo em tempo uma capacidade revolucionária, através de uma classe dominada que se revolta contra a dominante, vendo-a e criando assim uma outra sociedade civil, q cria outro Estado.
Dizem q o Comunismo é sociedade sem classe e q isto será possível quando a luta proletária se internacionalizar….já falamos isto um monte de vezes, e parece q tdo, hoje em dia, está internacionalizado, mas, n é sobre isto, q desejamos falar.
Nosso maior interesse e regozijo é a circulação de informes sobre “articulações de sobrevivência” ou de vida mesmo, porque n (?). Existe a crise, mas, ela tem de ser superada dia-a-dia, até se chegar a uma sociedade sem crise e como fazer isto? Simplesmente buscando conviver em vários microcosmos sociais, daí virá a luz!
Nestes dias vi no Instagram meu amigo Lu de Franco, visitando um grupo de candombe no bairro Concórdia em BH, postou fotos de bandeiras de Nossa Senhora do Rosário, de roda de samba, posou com uma senhora, q pode ser uma Rainha Conga e postou o retrato. Tudo mui lindo e creiam-me válido enquanto vida e articulação de sobrevivência.
Pela aí, encontraremos a verdade, o caminho e luz!

iteatrólogo alemão, atuante mais ou menos entre a primeira e segunda guerra mundial, até depois da segunda. Usava o efeito de distanciamento, para evitar as descargas de emoção, baseou-se no teatro chinês e no teatro experimental russo. Entende-se, que uma msg distanciada seja mais interiorizada por quem a recebe, q o receptor pensara depois sobre esta msg, enquanto uma mensagem passada como descargas de emoção, entra por um ouvido e sai pelo outro, no máximo levando as pessoas a ações ou reações emocionais, euforias, histerias, ou até mesmo a atos violentos, tipo os de torcidas de futebol.

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