Lembro-me das
pessoas, mas, lembro-me também de bichos, animais de estimação ou
quase. O ‘ou quase’ é devido uma menor proximidade com cavalos,
por exemplo, mas, é incrível, por exemplo, como se pode gostar de
ganinaceos e eles da gente.
Dormi da tarde para a boca da noite, na noitinha, acordei por volta das 22:00. Tenho umas vizinhas de frente de meu apto, q desfrutam de um casa herdada dos pais, elas vem com filhos e maridos e sempre fazem uma pequena algazarra quando chegam e quando saem. O imóvel funciona com uma espécie de ‘casa de campo’ na cidade. Acordei com o barulho destas vizinhas.
Mas voltando a vaca fria, aliás, vaca até que meus pais tiveram umas, mas, eu n me lembro de nenhuma, já os cavalos e mula eu me lembro (da imagem) de alguns, conhece dois deles, o Pampa, q era um campolina e a Cuíca q era uma mula, de sela e cangalha , mas, q ninguém montava há mui.
Meu contato com estes animais foi depois q minha família, e eu no meio, mudamos do PEÇANHA / MG p BH. Nas férias, durante alguns anos, a gente voltava p PEÇANHA, minha terra natal e ficavamos na casa de irmã mais velha, Maria Quitéria (falecida) e num destes períodos eu convive com os bichos.
Meu pai quebrou a perna, salvo engano, quando montava a Cuíca, eu tinha dois anos de idade, ele n mais montou, q eu tenha notícia, vendeu um pedaço de terra , q era onde estes animais ficavam. A mula era de lida e o Pampa, era destinado a reprodução, bem como um cavalo alazão, manga larga e uma jumento pega, n sei de q cor, todos oriundos da fazenda do estado, no município de Pedro Leopoldo, MG, na prática o estado doava estes animais para fomentar a melhoria dos pĺanteis, uma vez, q cavalos e burros ainda eram mui usados para lida e viagens, na época inclusive, os animais de cangalha (carga) eram mui usados, e os muares de bom porte e marcha, eram as montarias mais valorizadas do que os cavalos de raça, até.
Nestas terras de meu pai, na região do Rio Suaçuí Pequeno, sub afluente do Rio Doce,tinha quarenta éguas chucras, não sei se elas foram enxertadas ou n, provavelmente foram vendidas com as terras, não, n sei o destino do manga larga e do jumento pega, outra coisa , q n sei, é onde ficaram a Cuíca e o Pampa.
Conhece o Pampa mui depois, q papai vendeu a propriedade, aliás, levei um susto, pois, acho q de Pampa ele n tinha nada, pois era de uma cor acinzentada, com bolinhas cinza escuro e como se sabe, um animal pampa apresenta malha de cores bem distintas, alazão e branco, preto (andorinho) e branco a Cuíca tinha um cor parecida com a do pampa, em muares esta cor é chamada de tordilha, embora a mesma cor, em equinos tenha um nome e muares outro nome, deste caso, tordilha ou tordilho é usado para os dois, eu achei isto na internet, como também dois retratos, de cavalo parecidos com o Pampa, um andaluz e o outro q n aparece escrita a raça.
Conheci os dois animais na rua, os levei para o quintal da casa onde nasci, q estava desocupada, o capim estava alto, achei q eles iam gostar. Montei no Pampa uma só vez. Um amigo, Pedro Estufa, q moço ainda foi morto no Paraná, montou a Cuíca, q empinou e se ele n pulasse , ela o jogaria no chão. Depois destas montadas levei os dois pru pasto do Tio Nico (tio do meu pai). Fui, orgulhosamente, montado no Pampa. no caminho um menino tentou me gozar, pois o cavalo tinha um defeito na anca, mas, eu nem dei confiança, segui feliz. Nesta época era comum os pastos para cavalo, dentro das cidades do interior. Os donos alugavam estes pastos para proprietarios de animais, q vinham até a cidade para algum afazer. Algum tempo depois tive noticia q eles foram pra a fazenda do Se’o Totonho, pai do meu cunhado, Zé Miquelino e lá foi dado aposentadoria para eles, q é, deixar o animal no pasto sem mais trabalhar, fiquei feliz com a notícia.
Tivemos ainda, na casa de meus pais, um cachorro, lulu, lindo, o Rex, duas cadelinhas negras, Lesse e Bolinha, por ultimo a Folia, q era da minha sobrinha Lena, mas, às vezes , ficava comigo, aqui em casa. Tive a Cat, uma cadelinha cocker americana, q ficou comigo depois , q um grande amigo, um irmão, q era seu dono, faleceu.
Soy acontecer q hoje me lembrei da Cat, já cega, surda e velhinha, 16, andando pela casa, lembrei dela com alegria….atualmente, ficam aqui em casa mais constemente, os cães seguintes: Zequinha e Free, menos constatemente: Mel, Marquin e Katyhusha. Depois me vieram a mente outros animais, Galo de Briga, q tinham nomes: chantecler, Pratinha, Tulé, Zé Leite, galinhas também, passarinhos de gaiola, vários, 40 ou mais, várias espécies.
Eu gosto mui de ficar sozinho em casa, pena, q isto, atualmente, n é possível, mas, às vezes, acontece, aí fica aquele momento calmo, e a gente vai cismando, vem imagens termas, queridas de coisas, gentes e animais, foi assim hoje. Free, minha cadelinha, agarrada comigo, me segue pela casa e está sempre a meu lado e aí me vieram as lembranças e eu as coloquei na tela do CP, talvez, Free tenha catalisado isto…
Passarinhos de gaiola...hoje vejo os canarinhos chapinha (da terra) passearem no quintal de nossa casa , minha e de minha irmã, no PEÇANHA, quanto vou lá...tanto nós, como os animais domésticos, somos um pouco, passarinhos de gaiola...a casa, principalmente o apartamento, ao mesmo tempo um local de aconchego é onde a gente fica meio preso...mas, no ambiente natural também seria assim, fora da toca a liberdade e o perigo….a cidade é assim, também, até o campo...mas, o maior perigo, nestes ambientes de natureza transformada é o próprio homem…
No livro, O Lobo da Estepe, de Hermann Hess, o personagem andava pelas esquinas da vida, depois voltava para uma pensão de ambiente mui familiar e ali, para ele, era um lugar de paz e quietude, assim como era a toca para um lobo da estepe. A casa da gente, tem de ter, pelo menos um pouco disto.
Mesmo nos periodos , q n são de crise, o ‘mundo’, a rua e o campo, são locais de guerra, de luta, mui disputas de humano com humano, o q n impede de pintar mui gente boa….celtamente, isto melhorará mui no socialismo, mas, por ora é o q temos!
E aí aparece a internet, q é um negocio mui gostoso….apesar das ameaças de avacalha-la, q rola pela aí….
Vc abre, é uma tela em branco….escreve...pois o q se leu daqui e dali nos sites e em outros cantos da internet deixaram uma sensação de falta...
Dormi da tarde para a boca da noite, na noitinha, acordei por volta das 22:00. Tenho umas vizinhas de frente de meu apto, q desfrutam de um casa herdada dos pais, elas vem com filhos e maridos e sempre fazem uma pequena algazarra quando chegam e quando saem. O imóvel funciona com uma espécie de ‘casa de campo’ na cidade. Acordei com o barulho destas vizinhas.
Mas voltando a vaca fria, aliás, vaca até que meus pais tiveram umas, mas, eu n me lembro de nenhuma, já os cavalos e mula eu me lembro (da imagem) de alguns, conhece dois deles, o Pampa, q era um campolina e a Cuíca q era uma mula, de sela e cangalha , mas, q ninguém montava há mui.
Meu contato com estes animais foi depois q minha família, e eu no meio, mudamos do PEÇANHA / MG p BH. Nas férias, durante alguns anos, a gente voltava p PEÇANHA, minha terra natal e ficavamos na casa de irmã mais velha, Maria Quitéria (falecida) e num destes períodos eu convive com os bichos.
Meu pai quebrou a perna, salvo engano, quando montava a Cuíca, eu tinha dois anos de idade, ele n mais montou, q eu tenha notícia, vendeu um pedaço de terra , q era onde estes animais ficavam. A mula era de lida e o Pampa, era destinado a reprodução, bem como um cavalo alazão, manga larga e uma jumento pega, n sei de q cor, todos oriundos da fazenda do estado, no município de Pedro Leopoldo, MG, na prática o estado doava estes animais para fomentar a melhoria dos pĺanteis, uma vez, q cavalos e burros ainda eram mui usados para lida e viagens, na época inclusive, os animais de cangalha (carga) eram mui usados, e os muares de bom porte e marcha, eram as montarias mais valorizadas do que os cavalos de raça, até.
Nestas terras de meu pai, na região do Rio Suaçuí Pequeno, sub afluente do Rio Doce,tinha quarenta éguas chucras, não sei se elas foram enxertadas ou n, provavelmente foram vendidas com as terras, não, n sei o destino do manga larga e do jumento pega, outra coisa , q n sei, é onde ficaram a Cuíca e o Pampa.
Conhece o Pampa mui depois, q papai vendeu a propriedade, aliás, levei um susto, pois, acho q de Pampa ele n tinha nada, pois era de uma cor acinzentada, com bolinhas cinza escuro e como se sabe, um animal pampa apresenta malha de cores bem distintas, alazão e branco, preto (andorinho) e branco a Cuíca tinha um cor parecida com a do pampa, em muares esta cor é chamada de tordilha, embora a mesma cor, em equinos tenha um nome e muares outro nome, deste caso, tordilha ou tordilho é usado para os dois, eu achei isto na internet, como também dois retratos, de cavalo parecidos com o Pampa, um andaluz e o outro q n aparece escrita a raça.
Conheci os dois animais na rua, os levei para o quintal da casa onde nasci, q estava desocupada, o capim estava alto, achei q eles iam gostar. Montei no Pampa uma só vez. Um amigo, Pedro Estufa, q moço ainda foi morto no Paraná, montou a Cuíca, q empinou e se ele n pulasse , ela o jogaria no chão. Depois destas montadas levei os dois pru pasto do Tio Nico (tio do meu pai). Fui, orgulhosamente, montado no Pampa. no caminho um menino tentou me gozar, pois o cavalo tinha um defeito na anca, mas, eu nem dei confiança, segui feliz. Nesta época era comum os pastos para cavalo, dentro das cidades do interior. Os donos alugavam estes pastos para proprietarios de animais, q vinham até a cidade para algum afazer. Algum tempo depois tive noticia q eles foram pra a fazenda do Se’o Totonho, pai do meu cunhado, Zé Miquelino e lá foi dado aposentadoria para eles, q é, deixar o animal no pasto sem mais trabalhar, fiquei feliz com a notícia.
Tivemos ainda, na casa de meus pais, um cachorro, lulu, lindo, o Rex, duas cadelinhas negras, Lesse e Bolinha, por ultimo a Folia, q era da minha sobrinha Lena, mas, às vezes , ficava comigo, aqui em casa. Tive a Cat, uma cadelinha cocker americana, q ficou comigo depois , q um grande amigo, um irmão, q era seu dono, faleceu.
Soy acontecer q hoje me lembrei da Cat, já cega, surda e velhinha, 16, andando pela casa, lembrei dela com alegria….atualmente, ficam aqui em casa mais constemente, os cães seguintes: Zequinha e Free, menos constatemente: Mel, Marquin e Katyhusha. Depois me vieram a mente outros animais, Galo de Briga, q tinham nomes: chantecler, Pratinha, Tulé, Zé Leite, galinhas também, passarinhos de gaiola, vários, 40 ou mais, várias espécies.
Eu gosto mui de ficar sozinho em casa, pena, q isto, atualmente, n é possível, mas, às vezes, acontece, aí fica aquele momento calmo, e a gente vai cismando, vem imagens termas, queridas de coisas, gentes e animais, foi assim hoje. Free, minha cadelinha, agarrada comigo, me segue pela casa e está sempre a meu lado e aí me vieram as lembranças e eu as coloquei na tela do CP, talvez, Free tenha catalisado isto…
Passarinhos de gaiola...hoje vejo os canarinhos chapinha (da terra) passearem no quintal de nossa casa , minha e de minha irmã, no PEÇANHA, quanto vou lá...tanto nós, como os animais domésticos, somos um pouco, passarinhos de gaiola...a casa, principalmente o apartamento, ao mesmo tempo um local de aconchego é onde a gente fica meio preso...mas, no ambiente natural também seria assim, fora da toca a liberdade e o perigo….a cidade é assim, também, até o campo...mas, o maior perigo, nestes ambientes de natureza transformada é o próprio homem…
No livro, O Lobo da Estepe, de Hermann Hess, o personagem andava pelas esquinas da vida, depois voltava para uma pensão de ambiente mui familiar e ali, para ele, era um lugar de paz e quietude, assim como era a toca para um lobo da estepe. A casa da gente, tem de ter, pelo menos um pouco disto.
Mesmo nos periodos , q n são de crise, o ‘mundo’, a rua e o campo, são locais de guerra, de luta, mui disputas de humano com humano, o q n impede de pintar mui gente boa….celtamente, isto melhorará mui no socialismo, mas, por ora é o q temos!
E aí aparece a internet, q é um negocio mui gostoso….apesar das ameaças de avacalha-la, q rola pela aí….
Vc abre, é uma tela em branco….escreve...pois o q se leu daqui e dali nos sites e em outros cantos da internet deixaram uma sensação de falta...
Esta tela em branco
ao mesmo tempo, q é infinita tem algo da toca do lobo (é só sua) ou na sua amplitude
tem a toca, o q é ótimo para se viver , o lobo da estepe.


Lúcia Fiuza. Eu consegui 'abrir 'comentários' e fiz um.
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